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domingo, 19 de agosto de 2012

londres a nova iorque em uma hora apenas

A Força Aérea norte-americana já realizou um voo de teste sobre o Oceano Pacífico com o seu avião supersónico não tripulado X-51A WaveRider.  A aeronave supersónica é capaz de atingir a velocidade de Mach 6 (seis vezes a velocidade do som) e, segundo a Reuters, poderá chegar aos 5 793 quilómetros por hora. Quer isto dizer que o WaveRider poderá viajar de Londres a Nova Iorque em menos de uma hora.

O programa começou em 2004, com financiamento da NASA e do Pentágono.
O primeiro WaveRider, construído pela Boeing, foi testado em maio de 2010 e atingiu os 3500 quilómetros por hora durante 143 segundos, quando teve um problema técnico.

O segundo teste, realizado em junho de 2011, também terminou mais cedo do que o esperado.
Desta vez, os responsáveis esperavam que a aeronave atingisse a velocidade supersónica durante 300 segundos, até submergir no Oceano Pacífico. Ainda que o teste tivesse sido realizado com sucesso, o avião teria sido destruído durante a prova, tornando impossível sua recuperação.

O X-51A WaveRider foi lançado com sucesso e desprendeu-se correctamente do bombardeiro B-52 ao qual estava ancorado, no entanto, após 16 segundos, uma falha foi identificada numa das aletas de controle de cruzeiro.
Uma vez que o X-51A se separou do foguete, cerca de 15 segundos mais tarde o cruzeiro não foi capaz de manter o controle devido ao defeito na aleta de controle.

Ainda resta um dos quatro construídos.

A Força Aérea norte-americana tenciona desenvolver esta tecnologia para transportar mísseis ou aviões para qualquer parte do mundo em poucos minutos, não dando tempo aos inimigos para reagir. Para além da velocidade, as aeronaves supersónicas voarão a grande altitude, fora do alcance do fogo inimigo ou mesmo de um míssil.

adaptado @ diário de notícias, globo, imprensa internacional

Finalmente, um objecto voador identificado!



segunda-feira, 23 de julho de 2012

o facto mais espantoso sobre o universo

Há pouco mais de quatro meses, a revista Time decidiu perguntar a um astrofísico qual o facto mais espantoso que pode  partilhar connosco sobre o Universo.

A resposta de Neil DeGrasse Tyson, cientista norte-americano, com uma vida dedicada aos segredos do espaço, tem corrido Mundo.

O trabalho de um videógrafo norte-americano, publicado há dias na Internet, mostra o planeta Terra, de uma forma verdadeiramente única.

No contexto actual, alguns órgãos de comunicação social norte-americanos deram o vídeo como exemplo de que como o Mundo pode ser, efectivamente, fantástico e belo.

No vídeo abaixo pode ouvir a resposta de Tyson, editada com imagens recolhidas pelo telescópio espacial Hubble e outras do sistema solar, pelo videógrafo Max Schlinckenmeyer.


Neil deGrasse Tyson - Nossa Origem Atómica e um Pensamento Perturbador


Também o fotógrafo Knate Myers fez um trabalho espectacular sobre a terra vista do espaço. Cada segundo do vídeo é captado a partir do espaço, em órbita baixa, a cerca de 350 quilómetros da superfície terrestre. 

Atribui todos os "créditos à equipa a bordo da Estação Espacial Internacional".

 Retirou de cada imagem o ruído de fundo. Editou algumas partes, com recurso a programas de edição de imagem. O vídeo é acompanhado por parte de uma música composta por John Murphy  - Sunshine.



sexta-feira, 13 de julho de 2012

casa que roda como um girassol

Já imaginou uma casa que se movimenta à procura do sol? Uma casa auto-suficiente em termos de energia e que pode ser desmontada e construída em qualquer lugar?

O projecto denominado «Casa em Movimento» já existe e é português. Nasceu da cabeça de Manuel Vieira Lopes, estudante de arquitectura da Universidade do Porto e começou a ser desenhado em 2008. Chama-se casa em movimento e é fácil de perceber porquê. Está assente num eixo que roda para melhor captar a luz solar. Tal e qual um girassol.

A casa exerce um movimento de rotação sobre ela própria e possui, ainda, uma pala que roda em função da procura da luz solar. Assim, é possível sentir a "reação morfológica ao longo do dia através da reação com o sol".

O projecto foi concebido para um maior aproveitamento térmico, energético e mesmo ao nível da iluminação. "Em função do movimento da pala" há um maior aproveitamento térmico, uma vez que a pala deve ter uma inclinação "igual à latitude onde é implantada", o que faz com que se ajuste a qualquer lugar do mundo, explica Manuel. Esta casa revolucionária já recebeu o elogio do arquitecto Eduardo Souto Moura.

O telhado é uma espécie de imagem de marca todo ele revestido com painéis fotovoltaicos. Uma casa auto-sustentável e ecológica com capacidade para produzir mais do dobro da energia que consome.

Tendo em conta as rotinas de uma família, é possível mudar o tamanho das divisões "em função de um elemento fixo". Como explica o estudante, "a casa adapta-se à pessoa e dá respostas em função do quotidiano".

Assim, numa política de "fazer mais com o mesmo", o aproveitamento de espaços e a grande capacidade de moldagem da casa permitem que a mesma possa "crescer em função das possibilidades do proprietário". Para além disso facilmente pode ser desmontada e transportada para qualquer sítio.

A casa modelo está a começar a ser construída em Viana do Castelo e foi seleccionada, entre centenas de ideias, para representar Portugal em Madrid numa competição internacional de casas eficientes, a Solar Decathlon,". De Espanha vai para Guimarães e depois para o Porto.

O objectivo é comercializar e exportar o conceito, se possível fazer urbanizações inteiras ao mesmo preço de uma habitação convencional.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

emily ~ a nova estrela das marés vivas

Um dia, haverá uma série de Marés Vivas em que os protagonistas não serão modelos em fatos de banho vermelhos, mas sim robôs como Emily. 

Emily (Emergency Integrated Lifesaving Lanyard) é um nadador-salvador robótico que presta socorro imediato, enquanto o nadador humano não chega à vítima. 

Criado em 2010, estava prevista a sua utilização em dezenas de praias norte-americanas, mas a versão autónoma do robô é cara e a crise não tem ajudado, por isso, apenas a praia de Zuma Beach, em Malibu, está a usar o equipamento. "Zuma Beach tem uma grande de reputação pelas grandes multidões que vêm para o surf, e temos fortes correntes", explica Joe Everett à Reuters, justificando o investimento no robô.

Numa reportagem em vídeo da Reuters, o nadador-salvador explica como o robô tem ajudado a patrulhar a praia e a salvar vidas.

"A melhor forma de descrever a Emily seria agarrar na tecnologia de um jet-ski, com um motor alimentado por uma bateria". 
Joe Everett compara a operação do robô, por controlo remoto, com uma criança que brinca com um barco ou um pequeno avião controlados à distância. 

Leve e com um motor potente, o robô atinge velocidades no mar até 24 km/hora e consegue ajudar a transportar até 7 pessoas de uma vez. É seis vezes mais rápida a chegar ao local de socorro que um humano. A desvantagem é ter de ser controlada remotamente e não funcionar com pessoas inconscientes, entre outras, o que garante que não substituirá um nadador-salvador humano.


@ buzz 

sábado, 7 de julho de 2012

seringa sem agulha

Investigadores da Universidade de Coimbra apresentaram o protótipo de uma seringa a laser, sem agulha e que deverá chegar ao mercado dentro de um ano.

O Laserleap (seringa a laser) é um sistema em nada semelhante às tradicionais seringas com agulha, mas que, tal como estas, permite fazer chegar o medicamento ao destino pretendido, só que sem picada e recorrendo a laser. 

O projecto nasceu, em 2008, por um grupo de três investigadores do Departamento de Química, Carlos Serpa, Luís Arnaut e Gonçalo Sá. 

Através do laser, é criada uma onda de pressão que, ao chegar à pele, gera uma "espécie de tremor de terra", deixando-a "permeável durante alguns segundos", o que permite a aplicação do fármaco, administrado em creme ou gel. O fármaco "surte efeito mais rapidamente, nomeadamente no caso dos analgésicos tópicos". 

Aplicações no tratamento do cancro da pele e de determinadas doenças dermatológicas, administração de vacinas ou aplicações em cosmética são algumas das utilizações da tecnologia Laserleap. 

Testado em três dezenas de estudantes do Departamento de Química, o sistema "não provoca dor nem vermelhidão, de uma maneira geral - "apenas cinco por cento dos casos, mas passa rapidamente" - e é considerado "seguro para os humanos". 

Vencedor da primeira edição do prémio RedEmprendia (2010), no valor de 200 mil euros, o Laserleap, levou já à criação de uma empresa - LaserLeap Tecnologies, em setembro de 2011, e actualmente incubada no Instituto Pedro Nunes - e a um pedido de patente internacional, em abril de 2011.  "A qualidade de vida de muitas pessoas pode mudar radicalmente" com a nova seringa. O director da divisão do Santander Universidades para Portugal, Marcos Ribeiro, afirmou, por sua vez, que "o país precisa agora, mais do que nunca, que as universidades prossigam o motor de desenvolvimento" que representam para o "crescimento sustentável das sociedades". 

domingo, 10 de junho de 2012

Projeto Mars One – 2023 será o ano que iniciaremos a colonização de Marte

Já se imaginou a viver em Marte para o resto da sua vida? Se sim, o Projeto Mars One poderá proporcionar-lhe esse desejo, a partir do ano 2023.


O objetivo da missão é enviar uma tripulação de 4 astronautas, escolhidos entre 40 possíveis candidatos, “que se sintam à altura do desafio”. Qualquer um se pode candidatar e o processo de seleção começará já no próximo ano.


Os quatro felizes contemplados irão viver todos juntos, num habitat simulado, em uma das planícies áridas do planeta vermelho. A experiência de viver em Marte será idêntica à de viver na Estação Espacial Internacional (EEI), mas com menos isolamento.


O Projeto Mars One já se encontra devidamente planeado e detalhado, e seguirá a seguinte ordem cronológica:


- Em 2016, será enviada a primeira unidade de abastecimento (que levará 5.500 kg de alimentos) e um veículo de comunicações. Estes irão fazer a viagem interplanetária em menos de 10 meses.


- Em 2018, vai ser enviado um grande veículo robótico (Rover), para explorar e identificar, a melhor área possível para estabelecer a colónia, na sua longa jornada.


- Em 2020, serão enviadas a duas unidade para viver, duas unidades de suporte à vida, mais uma unidade de abastecimento e um segundo Rover. Juntos, os dois Rovers  irão construir e preparar o habitat, para a chegada da tripulação em 2023.


- A tripulação irá partir da Terra, em Setembro de 2022 e chegará a Marte em Abril de 2023, onde permanecerão o resto das suas vidas, ou pelo menos assim está previsto.


Este é um projeto ambicioso, que requer um enorme esfoço financeiro e a colaboração de várias companhias aeroespaciais de todo mundo. Bas Lansdorp, a mente por de trás do Projeto Mars One, acredita que este será o “maior evento média de sempre” e que isso ajudará no financiamento.


“O projeto já recebeu o apoio de Paul Römer, o cofundador e produtor executivo do programa Big Brother.”


Todos na Terra terão a oportunidade de assistir (em direto) à preparação do projeto, como se de uma nova temporada do programa Big Brother se tratasse. Mas mais interessante, do meu ponto de vista.


Fique com o vídeo de apresentação do Projeto Mars One.










quinta-feira, 24 de maio de 2012

O sensor de movimentos mais preciso de sempre


Leap é o novo sensor de movimentos, criado pela empresa Leap Motion, mais preciso de sempre. Segundo a empresa, este sensor é 200 vezes mais preciso do que qualquer outro disponível no mercado (incluído o sensor Kinect da Microsoft).


Sedeada em São Francisco, Califórnia nos EUA a empresa está a desenvolver o dispositivo Leap com o intuito de, num futuro próximo, substituir o velhinho rato.

 O dispositivo conecta-se ao computador através de USB e vem dotado de uma precisão de 1/100 (um centésimo) de milímetro, que o torna incrivelmente exato.

A Leap Motion programou o dispositivo para reconhecer os mesmos gestos utilizados nos smartphone. Desta forma, o Leap deteta a posição dos dedos do utilizador e a partir daí é possível controlar o cursor, ampliar e diminuir imagens, entre outros.

O sensor é capaz de detetar cada um dos dedos das duas mãos, individualmente, acompanhando-os em tempo real (sem latência).

Durante o próximo vídeo a empresa mostra algumas demos interessantes do dispositivo: 

- Uma delas, o utilizador usa o dedo indicador como se fosse uma espada, para cortar frutos que surgem no ecrã.

- Na outra, o utilizador navega através de espaço virtual, composto por formas triangulares, onde é capaz de se aproximar, afastar e contornar as mesmas.

De acordo com a entrevista que Michael Buckwald, CEO da empresa Leap Motion, deu à CNET:

 “Queremos desenvolver uma aplicação, que mude o mundo e transforme de forma fundamental, o modo como as pessoas interagem com seu sistema operacional, ou navegam na internet.”

Outra das vantagens do sensor Leap é o seu preço. Enquanto este custará 70 dólares (cerca de €55 euros), o sensor Kinect (para o Windows) com mais de 200 euros. A Leap Motion espera começar a comercializar o dispositivo, já no início de 2013. Este já se encontra disponível para pré-reserva no site empresa..






terça-feira, 22 de maio de 2012

Colecionador fanático mostra extensa coleção de consolas e videojogos


16bitghost é um utilizador do YouTube que depois de muitos pedidos, dos subscritores do seu canal, decidiu revelar toda a sua extensa coleção de consolas e videojogos.


Este colecionador fanático ocupou toda uma divisão da sua casa, com toda a sua incrível coleção de jogos e consolas, das quais é possível destacar (entre tantas outras) as inúmeras consolas da Nintendo e da Sony.

Desde então, ele tem passado grande parte do seu tempo livre a organizar, aperfeiçoar e aumentar o seu “pequeno” tesouro de diversão. Consolas de todas as formas e feitios saltam orgulhosamente à vista nas prateleiras dos móveis, especificamente criados para o efeito.

Os jogos também se evidenciam por entre as prateleiras, embora o colecionador assuma a sua preferência pelas consolas. Esta é (provavelmente) a sala de sonho que qualquer verdadeiro gamer gostaria de ter em casa. No entanto, este é um passatempo que (como tantos outros passatempos) exige dedicação, gosto e disponibilidade financeira.

Roa-se de inveja no próximo vídeo, onde o colecionador 16bitghost revela o seu fantástico “retiro espiritual”.

sábado, 19 de maio de 2012

MIT Media Lab cria interface de antigravidade capaz de manipular objetos no ar


O MIT tem vindo a desenvolver um interface, controlado por computador, que permite manipular objetos, mantendo-os suspensos no ar através de poderosos campos magnéticos.


Controlados por computador e um sistema de rastreamento ótico, os poderosos campos magnéticos permitem manter objetos metálicos suspensos no ar, como se não existisse gravidade a puxa-los para baixo.

ZeroN é o nome desta tecnologia de levitação magnética e partiu da ideia do jovem assistente investigador Jinha Lee, no centro de Bits e Átomos do MIT Media Lab.

Através do sistema de rastreamento, o ZeroN é capaz de coletar todos os movimentos físicos impostos sobre a esfera, preservando-os para que os possa reproduzir indefinidamente. Assim que a esfera é libertada, a tecnologia ZeroN passa a controlar todos os seus movimentos.

 A tecnologia ZeroN incorpora ainda, um sistema de projeção que permite simular a orbita dos planetas do sistema solar, simular uma câmara de filmar dentro de um mundo virtual, entre outras aplicações. O mecanismo de levitação, funciona através um sistema de atração e repulsão, que mantem o objeto metálico suspenso no ar. Os objetos movem-se através do aumento ou diminuição das forças de atração e repulsão. Fique com o próximo vídeo, onde poderá ver como funciona a tecnologia ZeroN.








sexta-feira, 18 de maio de 2012

Estaremos sós no Universo?


Devido às reduzidas hipóteses de encontrar vida extraterrestre dentro do nosso sistema solar, os cientistas começam agora a olhar para outros mundos, potencialmente habitáveis, que se encontram espalhados pela vastidão do cosmos.


Pegando no exemplo do nosso pequeno planeta, os cientistas têm procurado encontrar outros planetas, com a capacidade e o potencial de proporcionar as mesmas (ou semelhantes) condições atmosféricas da Terra.







Até ao momento, foram encontrados quatro exoplanetas potencialmente habitáveis. Tal como a Terra, estes orbitam a sua própria estrela, dispõem da temperatura certa e beneficiam dos gases atmosféricos ideais (aparentemente).

Como podemos ver na imagem acima, GLIESE 581 dKEPLER-22 bHD 88521 b e GLIESE 667C c são os exoplanetas (encontrados até agora) mais parecidos com a Terra.

Todos partilham das mesmas condições ideais do nosso planeta, por isso, existe uma forte possibilidade de estes conterem vida extraterrestre (inteligente ou não inteligente).



Segundo as medições ESI (Índice de Similaridade com a Terra) que vão de 0 a 1, o planetaGLIESE 667C c é o mais similar. Tendo em conta a sua composição, tamanho, temperatura e atmosfera, o exoplaneta obteve uma pontuação superior a 0.8.

Características dos planetas:

Terra
  • Massa: 5,9736×1024kg;
  • Temperatura à superfície (média): 14 graus Celcius;
  • Atmosfera (real): Atmosfera significativa com água líquida;
  • Órbita em torno da estrela (1 ano): 365 dias;
  • Distância da Terra: 0.

GLIESE 581 d
  • Massa: 5.6 vezes a massa da Terra (Superterra);
  • Temperatura à superfície (média): -40 graus Celcius;
  • Atmosfera (real): Atmosfera densa com água líquida;
  • Órbita em torno da estrela (1 ano): 67 dias;
  • Distância da Terra: 20.2 anos-luz.

GLIESE 667C c
  • Massa: 4.5 vezes a massa da Terra (superterra);
  • Temperatura à superfície (média): 29 graus Celcius;
  • Atmosfera (real): Atmosfera densa com água líquida;
  • Órbita em torno da estrela (1 ano): 28 dias;
  • Distância da Terra: 22.2 anos-luz.

HD 85512 b
  • Massa: 3.6 vezes a massa da Terra (superterra);
  • Temperatura à superfície (média): 78 graus Celcius;
  • Atmosfera (real): Atmosfera densa com água líquida;
  • Órbita em torno da estrela (1 ano): 88 dias;
  • Distância da Terra: 36.6 anos-luz.

KEPLER-22 b
  • Massa: 13.8 vezes a massa da Terra (superterra);
  • Temperatura à superfície (média): 42 graus Celcius;
  • Atmosfera (real): Atmosfera densa com água líquida;
  • Órbita em torno da estrela (1 ano): 88 dias;
  • Distância da Terra: 619 anos-luz.




Agora que sabemos as características destes planetas, quanto tempo nos levaria a chegar até eles?

A resposta é simples, levar-nos-ia imenso tempo. Se utilizássemos a mais rápida nave espacial construída pelo homem (The Voyager I), capaz de atingir velocidades na ordem dos 62.764 km/h, demoraríamos 17.207 anos a percorrer um único ano-luz.

Estaremos realmente sós no Universo?

Os cientistas estimam que só na nossa galáxia (Via Láctea) possam existir 160 mil milhões de exoplanetas. Tendo em conta que esta tem mais de 100 milhões de estrelas e que no Universo existem centenas de milhões de galáxias, a probabilidades de existirem seres extraterrestres em outros planetas é bastante grande.


imagens @ visual.ly


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